PROCURA-SE PROFESSOR INOVADOR PARA PRÊMIO DE US$ 1 MILHÃO

Estão abertas até o próximo dia 9 de setembro as inscrições para o Global Teacher Prize, premiação organizada pela Fundação Varkey conhecida como “Nobel da Educação”. Para participar e concorrer ao prêmio de US$ 1 milhão, é preciso preencher um formulário no site globalteacherprize.org.

Os dez finalistas serão levados a Dubai (Emirados Árabes Unidos) para a cerimônia de premiação no Global Education and Skills Forum, em março de 2019. A disputa é aberta a professores de crianças e jovens entre 5 e 18 anos da educação básica, seja em tempo integral ou em meio período, inclusive na modalidade online. Como regra geral, devem adotar metodologias inovadoras de olho em resultados que tragam impacto além da sala de aula.

Desde 2015, projetos de professores brasileiros têm sido reconhecidos pela organização. No mais recente caso, a iniciativa de gestão democrática, garantiu ao diretor Diego Mahfouz Faria Lima, de São José do Rio Preto (SP) um lugar entre os 10 finalistas da edição de 2018. Rubens Ferronato, de Curitiba (PR), professor de matemática da escola Dom Pedro II, de Curitiba (PR), especialista no ensino de cegos e pessoas de visão reduzida, ficou entre os pré-selecionados.

No ano passado, Wemerson da Silva Nogueira, professor de ciências de Boa Esperança (ES), foi um dos dez finalistas e Valter Pereira de Menezes, professor de ciências de Parintins (AM) foi pré-selecionado, mesma classificação de Marcio de Andrade Batista, professor da Universidade Federal do Mato Grosso, em 2016.

Em documento divulgado pela organização, Diego Lima incentivou seus colegas a se inscreverem. “Enquanto o mundo passa por essas enormes mudanças, a tecnologia nos traz tanto oportunidades quanto desafios. Somente com educação de primeira, nós podemos nos certificar que a tecnologia vai beneficiar a todos. Somente com grandes professores, que repassem conhecimento e sabedoria, nós acharemos a resposta”, disse.

Vencedora de 2018

A professora de arte Andria Zafirakou foi a vencedora do prêmio em 2018 com um projeto que modificou o currículo de uma escola de Londres (Inglaterra) em que 35 línguas são faladas e os alunos vêm de famílias pobres e expostas à violência de gangues.

Fonte: POR REDAÇÃO – PORVIR – 11/06/2018 – SÃO PAULO, SP
Por: Administrador Unesc em 12 de junho de 2018

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